Preço de criativo iniciante quase sempre sai do lugar errado: olha o que o vizinho cobra e tira 20%. Assim o mercado inteiro afunda junto. O caminho mais sólido é montar o número a partir do seu custo real.
Comece pela sua hora
Some o quanto você precisa ganhar por mês, divida pelas horas que consegue de fato faturar (não pelas horas do mês — reunião, proposta e retrabalho não são faturáveis). O resultado é o seu piso. Cobrar abaixo dele é pagar para trabalhar.
Estime por entrega, cobre por projeto
Calcule as horas de cada etapa — briefing, pesquisa, conceito, aplicações, manual — e converta pela sua hora. Mas apresente o valor fechado do projeto. Cliente que compra hora fiscaliza hora; cliente que compra resultado discute resultado.
Rodadas de revisão entram no contrato
Duas rodadas inclusas, a terceira cobrada à parte. Sem isso, o projeto de 40 horas vira 90 e a sua hora real cai pela metade.
Faixa de preço no perfil evita conversa perdida
No PortfólioVivo o talento marca a faixa (entrada, intermediário, sênior). Quem chega já sabe a ordem de grandeza — e você para de gastar tempo com quem tinha outro orçamento em mente.